Empresa vai investir R$ 10 milhões na implantação de fábrica de ração em Ribeirãozinho

Os desafios do Governo do Maranhão para gerar desenvolvimento e emprego resistem ao atual cenário econômico do Brasil. Para confirmar, a população de Ribeirãozinho vai receber em breve, vários investimentos, dentre eles, uma indústria de ração e nutrição animal, com investimentos de R$ 10 milhões.

O anuncio foi feito durante reunião realizada entre gestores da Secretaria de Indústria, Comércio e Energia (Seinc) e do Grupo Terraforte, na quinta-feira (28).

A fábrica será a primeira a ser instalada pela empresa no Maranhão e vai gerar 60 empregos diretos. O início das atividades está previsto para setembro de 2019, trazendo assim, impactos na criação e distribuição de renda e fomento para a indústria de Ribeirãozinho. O investimento vai atender inicialmente a cadeia produtiva da Bovinocultura.

Segundo o subsecretário da Seinc, Expedito Rodrigues, o investimento integra a política de atração de investimentos aliada a medidas de adensamento das cadeias produtivas tomadas pelo governador Flávio Dino. “A cadeia de bovinos vem crescendo no Maranhão com o aumento de criadores, o rebanho de bovinos e matadouros no Estado, aumentando, consequentemente, a demanda por ração animal”.

Rodrigues acrescentou que, por esse motivo, a fábrica de ração “Vem atender a essa demanda na região Tocantina, que concentra um dos maiores rebanhos do Estado”. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Maranhão possui o segundo maior rebanho da região Nordeste, com cerca de 7,6 milhões de cabeças.

De acordo com o gestor do Grupo Terraforte, Idenio Barbosa, além do empreendimento estar direcionado a ração mineral bovina e equina, a ideia é expandir o negócio para a área suína, tendo em vista que a venda de suíno está em crescimento constante no Maranhão. “Depois da expansão do projeto principal, vamos abrir um polo industrial de água na mesma região. As tratativas junto ao Governo estão excelentes”.

Dessa forma, após a expansão das atividades, o projeto pode agregar valores afins com frigoríficos, abatedouros, fábricas de ração e além de atender a cadeia da Bovinocultura, que também poderá atender toda cadeia produtiva da Avicultura Industrial.

Durante a reunião, foram apresentados ao representante do grupo, os programas ‘Mais Avicultura’, ‘Mais Atacadista’ e o subprograma do ‘Maranhão Mais Produtivo’, o ‘Selo Produzido no Maranhão’, geridos pela Seinc.